Quem faz o ato imperfeito
De clonar um "chip" alheio
Pode fazer um malfeito
Com algum crime pelo meio.
Não lhe importa se isso é feio.
Quem clona "um zap ou um chip"
"Hackeia" e faz rateio
Com um "hacker" em sala "vip".
Usando a mão que suprime
Ou com o sintoma de um surto,
Quem sabe cometa um crime
De morte, de sangue ou furto.
Poema, poemeto, mote, quadrinha e estrofe isolada. Tema existencial, romântico, social, familiar, político, afetivo, comemorativo, aforístico, transcendental, arte de ler, arte de escrever, de revisar texto, homenagem, boas manias e outros conteúdos em verso. Autor: Valdir Loureiro de Sousa.
05/08/2020
Consciência
Quando temos consciência
De um erro que praticamos,
É tão grande a penitência
Como o dano que causamos.
Porém, quando não sabemos
Qual foi o nosso pecado,
O erro que cometemos
Não é racionalizado.
De um erro que praticamos,
É tão grande a penitência
Como o dano que causamos.
Porém, quando não sabemos
Qual foi o nosso pecado,
O erro que cometemos
Não é racionalizado.
04/08/2020
Felicidade no leito
Sou feliz por estar vivo
Com um quadro de saúde
Que não me faz depressivo
Em um leito onde me escude.
Escudado, eu me oriento
Sem um ponto cardeal
E imune ao ferimento
Da cama de um hospital.
Hospital, mesmo, não era
Para me causar tormento.
No seu leito, quem me dera
Tirar dor e sofrimento!
O meu conforto é gerado
Pela paz interior
De não estar internado,
Precisando de um doutor.
Com um quadro de saúde
Que não me faz depressivo
Em um leito onde me escude.
Escudado, eu me oriento
Sem um ponto cardeal
E imune ao ferimento
Da cama de um hospital.
Hospital, mesmo, não era
Para me causar tormento.
No seu leito, quem me dera
Tirar dor e sofrimento!
O meu conforto é gerado
Pela paz interior
De não estar internado,
Precisando de um doutor.
20/07/2020
Amigo de fé
O luxo atrai a amizade.
Mas ninguém sabe quem é,
Em meio à festividade,
O amigo de boa-fé.
Procurando o sentimento
De um amigo ou companheiro,
É durante o sofrimento
Que se encontra o verdadeiro.
19/07/2020
Seres humanos e bichos
Um ser humano tem escopo
De um bicho ou de animal,
Pois "As fábulas de Esopo"
Dão mostra, exemplo e sinal.
Quem trabalha muito é igual
À incansável formiga.
Quem vive para a cantiga
Compara-se à cigarra.
Quem quer ter juba e agarra
É como um leão ruidoso
Que, enjaulado e perigoso,
Foi salvo pelo ratinho
Que roeu corda e cortou linho,
Usando o dente afiado.
O andar lento é comparado
A passo de tartaruga.
É muito o que se conjuga
Entre um ser humano e um bicho,
De um zeloso capricho,
À venosa sanguessuga.
De um bicho ou de animal,
Pois "As fábulas de Esopo"
Dão mostra, exemplo e sinal.
Quem trabalha muito é igual
À incansável formiga.
Quem vive para a cantiga
Compara-se à cigarra.
Quem quer ter juba e agarra
É como um leão ruidoso
Que, enjaulado e perigoso,
Foi salvo pelo ratinho
Que roeu corda e cortou linho,
Usando o dente afiado.
O andar lento é comparado
A passo de tartaruga.
É muito o que se conjuga
Entre um ser humano e um bicho,
De um zeloso capricho,
À venosa sanguessuga.
18/07/2020
Acometimento funesto
Revoltadíssimo, eu fiquei
Com a morte do meu irmão,
Sem chance de reação
Aos reveses que enfrentei.
Ainda agora, eu chorei
Pelo seu sepultamento.
Mas foi o acometimento,
Forma como adoeceu,
Que também me entristeceu,
Vendo um irmão falecer
Sem nada poder fazer
Um santo, um médico nem eu.
(Estrofe autobiográfica)
Conformação de luto < > CLICAR AQUI.
Com a morte do meu irmão,
Sem chance de reação
Aos reveses que enfrentei.
Ainda agora, eu chorei
Pelo seu sepultamento.
Mas foi o acometimento,
Forma como adoeceu,
Que também me entristeceu,
Vendo um irmão falecer
Sem nada poder fazer
Um santo, um médico nem eu.
(Estrofe autobiográfica)
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